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Por uma teoria do corpomidia

Autor: Greiner, Christine - Katz, Helena

Año de publicación: 2005

Fecha de incorporación a la web: 08/05/2009

Referencia bibliográfica:

Greinher, Christine, O corpo: Pistas para estudios indisciplinares, Anna Blume, Sao Paolo,  2005

Texto escrito en el marco del proyecto Autonomía y Complejidad. Metodologías para la investigación en danza contemporánea: Brasil, Eslovenia, España, Turquía. HAR2008-06014-C02-01/ARTE financiado por el Ministerio de Ciencia e Innovación del Gobierno de España.

 



Texto:

Por uma teoria do corpomídia ou a questão epistemológica do corpo Helena Katz e Christine Greiner

Resumo: O que cabe à construção de epistemologias senão fazer falar a nós o que não estava audível? Para conseguí-lo, devem se constituir de modo diferenciado ao das borboletas, “que não sobrevivem ao momento em que um alfinete lhes atravessa o corpo para fixá-los no lugar“ (Bauman, 1999, 1991: 12).

Este artigo pertence a uma série que vem sendo produzida nos últimos anos e que se estrutura em torno da mesma pergunta: o que singulariza os estudos do corpo como a matriz da comunicação e da cognição e a dança como uma especialização que trabalha basicamente com o movimento metafórico? O pensamento metafórico se organiza a partir de sucessivas e incessantes representações do real e desloca a ação cotidiana para os domínios do simbólico.

O novo não está no que é dito, mas no acontecimento da sua volta (Foucault, 2002, 1971: 26)

A linguagem nasce da segregação.
A prática de nomear, que depende da eficiência do ato de classificar, nos treina a condicionar a comunicação ao seu exercício. Tal entendimento, todavia, depende da crença de que o mundo é formado por objetos e/ou fenômenos discretos e distintos que se reúnem em grupos. Esse nomear que desenha topologias tem uma duração que lhe independe, pois tudo o que se põe no mundo segue um percurso que a mistura de acaso e causalidade configura. Discursos proliferam sem o controle de quem os emite. Não à toa, Foucault chamou a atenção para três sistemas de exclusão do discurso: interdição (não é qualquer um que pode falar de qualquer coisa / nem tudo pode ser falado), segregação (as proposições estabelecem impedimentos) e a vontade de verdade (a vontade de dizer o discurso verdadeiro deseja ter uma história independente dos objetos que pretende conhecer) (2002, 1970).

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